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		<title><![CDATA[OTIMIZE INFORMATICA]]></title>
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		<description><![CDATA[

A Otimize é uma empresa consultora, especializada em Soluções e TI.

Sua atuação está direcionada para a redução dos custos operacionais de seus clientes, sugerindo novas metodologias e tecnologias, encontrando soluções onde havia problemas, além de informatizar e otimizar os procedimentos preexistentes.


Redes e Manutenção:

    Servidores ( Linux e Windows )
    Manutenção dos Computadores e Rede
    Soluções e Segurança ( Rede e Sistemas )
    Soluções Remotas e Help

Desenvolvimento e Manutenção:

    Sistemas Personalizados (análise e programação).
    Portais, Sites ( análise, programação e design )
    Web Host ( hospedagem ) 

Outros Serviços:

    VoIp, voz sobre IP
    Planos para ligações fixo e celular
    Tecnologias para sua WEB e Rede Local
    Servidores Cloud 
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			<title><![CDATA[OTIMIZE INFORMATICA]]></title>
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			<title><![CDATA[Conheça alguns dos recordes da internet fibra óptica]]></title>
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			<description><![CDATA[<div id="imRSSArticle_688b8b20"><div>Conheça alguns dos recordes da internet fibra óptica</div><div><br></div><div><img class="image-1" src="http://www.otimize.com/images/imagem-post-3-Vivo-Fibra.jpg"  title="" alt=""/><br></div><div><br></div><div><div>A fibra óptica já é tida como a porta aberta para o futuro da 
verdadeira banda larga. Mas e se o limite da velocidade da luz, até 
então distante da realidade humana, estivesse cada vez mais perto de ser
 atingido?</div><div>
</div><div>Você não leu errado. A tecnologia do sistema de fibra óptica funciona
 como um filme de ficção que virou realidade: downloads até quinze vezes
 mais rápido, sem perda de sinal ou interferência eletromagnética. No 
entanto, cientistas e pesquisadores estão trabalhando para melhorar 
ainda mais os resultados. E adivinhe? Eles estão cada vez mais perto da 
internet dos sonhos.</div><div>
</div><div>Os recordes não param de ser batidos, tanto em velocidade como também
 nos experimentos que envolvem levar a internet aos lugares mais remotos
 do mundo.</div><div>
</div><div><strong>A velocidade impensável</strong></div><div>
</div><div>Um grupo de cientistas e pesquisadores da Universidade de Tecnologia 
de Eindhoven, na Holanda, e da Universidade da Flórida Central, nos 
Estados Unidos, elevou absurdamente o patamar de recordes em relação à 
velocidade de transferência de arquivos. Juntos eles conseguiram atingir
 a marca de 255 Tbps – ou 32 TB por segundo. Não consegue nem imaginar o
 que isso significa? Pois bem, facilitemos com exemplos: um filme de 1 
GB seria baixado nesta velocidade em apenas 0,03 milissegundos ou um 
disco de 1 TB seria descarregado em 31 milissegundos. Está bom para 
você?</div><div>
</div><div>As comparações são inevitáveis. A conexão comercial mais rápida 
analisada até hoje, utilizando fibras ópticas, atingiu 100 Gbps de 
velocidade. Com uma conta rápida, descobrimos que a internet mais rápida
 de hoje em dia é 2.550 vezes mais lenta que a alcançada pelos 
cientistas.</div><div>
</div><div>Como isso foi possível? Os pesquisadores partiram do princípio de 
trabalhar com múltiplos núcleos dentro de uma mesma fibra óptica: os 
testes foram feitos com sete filamentos por onde a luz pôde trafegar. Ou
 seja, as transferências de informações possuíam sete “canais” 
distintos, aumentando absurdamente a velocidade da internet.</div><div>
</div><div><strong>O transporte da internet</strong></div><div>
</div><div>Pesquisadores do Instituto Qualcomm de San Diego, nos Estados Unidos,
 descobriram um modo de oferecer acesso à internet em locais 
extremamente remotos.</div><div>
</div><div>Eles conseguiram aumentar em vinte vezes a capacidade do sinal ótico,
 que atingiu 7400 milhas (11.909 km) de distância sem precisar de um 
repetidor – aparelho de alto custo que “reenvia” o sinal quando perdido.
 A grande sacada foi conseguir remover parcialmente o limite de potência
 que faz o sinal ficar distorcido dependendo da distância. Sem este 
empecilho, a internet pode viajar por fibra óptica por muitos mais 
quilômetros. Para chegarem ao feito, foram utilizados os “pentes de 
frequência” que são responsáveis por manter as distorções de sinal 
previsíveis. Com eles, a capacidade das redes de fibra óptica ganha um 
aumento em termos de qualidade e distância atingida.</div></div></div>]]></description>
			<pubDate>Tue, 29 Dec 2015 15:41:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[A OTIMIZE usa sistema de e-mails contra espionagem antes do Governo Brasileiro.]]></title>
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			<description><![CDATA[<div id="imRSSArticle_gc59if33"><div>A OTIMIZE usa sistema de e-mails contra espionagem antes do Governo Brasileiro</div><div><br></div><div><div>

 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</div><div>Novo sistema de e-mails vai 'livrar governo da espionagem', diz Serpro</div><div>
 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</div><div>Segundo presidente do órgão, toda tentativa de invasão será identificada.<br>Tecnologia deverá ser instalada na Presidência em novembro deste ano.</div><div><br></div><div><img class="image-0" src="http://www.otimize.com/images/serpro620.jpg"  title="" alt=""/><br></div><div><br></div><div><div> &nbsp;O presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro),
 Marcos Mazoni, afirmou nesta segunda-feira (14) que o novo sistema de 
e-mails desenvolvido pelo órgão para proteger dados será capaz de 
“livrar o governo completamente da espionagem”.<br><br>
	De acordo com ele, uma tecnologia chamada Expresso V3 e desenvolvida 
pelo órgão - que presta serviços de Tecnologia da Informação e 
Comunicações para o setor público &nbsp;- é capaz de identificar quaisquer 
tentativas de acesso ilegal de informações.</div><div>
</div><div>
	Todo o tráfego de dados ocorrerá em servidores do Serpro e por fibras 
óticas de empresas públicas, como a Telebrás, sem uso de redes 
estrangeiras.</div></div><div><br></div><div><div> &nbsp;“O uso do Expresso na comunicação, nos sistemas de comunicação do 
governo, livra o governo completamente da espionagem”, afirmou. O 
anúncio de instalação da nova tecnologia de e-mails ocorre após 
revelações, pelo programa Fantástico, de que o governo dos EUA espionou a
 Petrobras e a presidente Dilma Rousseff e de que o Canadá espionou o 
Ministério de Minas e Energia.<br><br>
	Com o objetivo de evitar o acesso de comunicações do governo brasileiro por outros países, a própria presidente determinou que o Serpro desenvolvesse uma tecnologia segura de transmissão de informações pela internet.</div><div>
</div><div>
	Mazoni afirmou que o Expresso V3 será implantado a partir de novembro, 
primeiramente na Presidência da República. O sistema é uma atualização 
de outra tecnologia de internet desenvolvida pelo órgão, o Expresso V2, 
já utilizado por 20% do governo federal.</div></div><div><br></div><div><img class="image-1" src="http://www.otimize.com/images/Image2.png"  title="" alt=""/><br></div><div><div>
	<strong>Tecnologia</strong><br>
	Com esse software, a conexão à internet, troca de e-mails e 
videoconferências ocorrem por uma rede interna, o que deve dificultar o 
acesso de espiões às mensagens trocadas pela presidente, ministros e 
funcionários públicos. Já os e-mails enviados por autoridades a 
terceiros serão criptografados, ou seja, são protegido por uma série de 
códigos.<br><br>
	O acesso ao sistema de e-mails e internet pela presidente e ministros 
ocorrerá por certificado digital também desenvolvido pelo Serpro. O 
objetivo é evitar o uso de computadores e dados por quem não possui 
autorização.<br><br>
	“Esse programa é seguro e roda exclusivamente dentro do nosso sistema. 
Todos os nossos clientes estão hospedados na nossa infraestrutura. Temos
 controle do tráfego. Tudo é auditável e dominamos completamente os 
códigos. Nossa infraestrutura nós garantimos que não há invasão”, disse o
 presidente do Serpro.<br><br>
	O sistema interno de tráfego de dados foi desenvolvido em 2004 e 
implantado em órgãos federais em 2007, como no Ministério da Fazenda e 
na Receita Federal. No entanto, a Presidência da República e demais 
pastas nunca optaram por essa tecnologia, apesar das maiores garantias 
de segurança.<br><br>
	"Nunca se preocupou com o fato de que essas ferramentas de comunicação 
pudessem criar tanta possibilidade maliciosa de uso. Saber que 
tecnologias precisam ser auditadas, se sabe. A nossa preocupação maior 
[no uso de tecnologia própria] era com sigilos", disse. <br><br>
	De acordo com Mazoni, a presidente Dilma utilizava o Outlook, programa 
de e-mail que pertence à empresa norte-americana Microsoft. O Ministério
 de Minas e Energia, que também foi alvo de espionagem, não utilizava a 
tecnologia do Serpro.<br><br>
	“Os softwares desenvolvidos nos Estados Unidos seguem a legislação 
americana que determina a entrega de dados caso sejam solicitadas pelo 
governo norte-americano”, explicou o presidente do Serpro.<br><br>
	Marcos Mazoni afirmou ainda que o sistema anterior, o Expresso V2, já 
se mostrava eficiente contra invasões, especialmente na proteção de 
dados de Imposto de Renda. “Temos tentativa de invasão todo ano de dados
 do Imposto de Renda e sempre são evitadas."</div><div>
</div><div>
	<strong>Economia</strong><br>
	De acordo com o Serpro, o uso da tecnologia trará economia, já que não 
haverá cobrança para o tráfego de dados e uso dos servidores. Segundo 
Marcos Mazoni, só a licença para uso do servidor de internet custa cerca
 de R$ 80 por e-mail.<br><br>
	“Teremos redução de custo, porque se você não vai mais usar softwares 
que necessitam licença. A cada usuário, o governo tem que gastar 80 
reais por licença, fora a operação. Se temos em torno de 1,8 milhão de 
funcionários públicos, estamos falando em alguns milhões de reais que 
não serão gastos em licença”, disse.</div></div><div><br></div><div>Link para reportagem : <span class="fs10"><a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/10/novo-sistema-de-e-mails-vai-livrar-governo-da-espionagem-diz-serpro.html" target="_blank" class="imCssLink">http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/10/novo-sistema-de-e-mails-vai-livrar-governo-da-espionagem-diz-serpro.html</a></span></div><div></div></div></div>]]></description>
			<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 19:24:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[A história do Linux]]></title>
			<link>http://www.otimize.com/index.html</link>
			<description><![CDATA[<div id="imRSSArticle_291207a3"><div>A história do Linux</div><div itemprop="author" itemscope="itemscope" itemtype="http://schema.org/Person"><br></div><div></div><div>Hoje &nbsp;o Linux é um dos sistemas operacionais mais conhecidos da atualidade e &nbsp;conta com uma série de distribuições mundo afora. Mas você sabe como &nbsp;tudo começou? Abaixo o Baixaki conta brevemente a história do sistema, &nbsp;iniciando pelo gênio por trás da obra.</div><div>Quem foi Linus Torvalds?</div><div><br></div><div>Linus &nbsp;Torvalds nasceu em 28 de dezembro de 1969 em Helsinki na Finlândia e &nbsp;sua família era uma das poucas cuja linguagem adotada como principal era &nbsp;o Sueco ao invés do Finlandês. Embora fosse filho de jornalistas, Linus &nbsp;começou a demonstrar seu interesse pelo “mundo geek” cedo, obtendo &nbsp;sempre grande destaque em campos como a Matemática e Física.</div><div>Em &nbsp;1988, Linus ingressou na Universidade de Helsinki no curso de Ciências &nbsp;da Computação. Após montar um computador no qual passou a adotar o Minix &nbsp;(um sistema operacional baseado no Unix, porém gratuito). Devido a &nbsp;observar as dificuldades deste sistema (especialmente com relação ao uso &nbsp;de terminal para conexão), Linus resolveu criar um programa para a &nbsp;emulação de terminal que funcionasse independente do Minix.</div><div>Como o &nbsp;programa de emulação mostrou-se mais satisfatório do que o esperado, &nbsp;Linus começou a pensar que outras carências do Minix poderiam ser &nbsp;supridas. É nesse ponto que a história principal deste artigo começa. &nbsp;Antes de entrar em uma das maiores obras de Linus, vamos concluir este &nbsp;breve resumo de sua biografia.</div><div><br></div><div><img class="image-0" src="http://www.otimize.com/images/14363.jpg"  title="" alt=""/><br></div><div><br></div><div></div><div>Em &nbsp;1993, Linux conheceu Tove Monni, uma estudante que mandou um email &nbsp;convidando-o para um encontro. Posteriormente, eles se casaram e tiveram &nbsp;três filhas. Em 1997, mudou-se com sua família para a Califórnia quando &nbsp;aceitou uma posição na empresa Transmeta na qual permaneceu até junho &nbsp;de 2003.</div><div>Ainda em 2003 Linus começou a trabalhar em conjunto com a &nbsp;Open Source Development Labs (OSDL), um consórcio criado para promover o &nbsp;desenvolvimento do Linux, para concentrar-se exclusivamente neste &nbsp;kernel.</div><div>As origens: por que o Linux foi sequer pensado?</div><div>Em &nbsp;1991, com relação aos sistemas operacionais, você tinha poucas &nbsp;escolhas. O DOS exercia sua soberania absoluta com relação aos &nbsp;computadores pessoais, até por uma questão de falta de escolha. Por mais &nbsp;que os Macs existissem seus preços eram astronômicos, fato que tornava &nbsp;quase impossível a aquisição de um deles para um usuário final.</div><div>Além &nbsp;deles, havia o Unix que certamente era ainda mais caro do que um Mac e &nbsp;adotado quase exclusivamente por grandes empresas. Nessa altura, o &nbsp;código do Unix, que uma vez foi utilizado como material de estudo em &nbsp;universidades, já se encontrava proprietário e não mais para &nbsp;conhecimento público.</div><div>Nesse clima, um professor holandês chamado &nbsp;Andrew S. Tanenbaum criou um sistema operacional baseado no Unix, o &nbsp;Minix. Montado para funcionar com a linha de processadores Intel 8086. &nbsp;Como primariamente, o Minix tinha objetivos acadêmicos (o ensino do &nbsp;funcionamento de um SO em universidades), ele estava longe de resolver &nbsp;todos os problemas de um usuário final, porém seu código-fonte era &nbsp;disponibilizado por Tanenbaum.</div><div><br></div><div><img class="image-1" src="http://www.otimize.com/images/14366.jpg"  title="" alt=""/><br></div><div><br></div><div></div><div>Nesse &nbsp;ponto da história, o estudante Linus Torvalds, frustrado com as &nbsp;carências do Minix começou a idealizar como seria bom ter um SO que, &nbsp;além de gratuito, pudesse efetuar tarefas como emulação de terminal e &nbsp;transferência e armazenamento de arquivos. Então, em 25 de agosto de &nbsp;1991, Linus anunciou por meio de um email na Usenet (a Unix User &nbsp;Network) que estava desenvolvendo um sistema operacional.</div><div>O famoso &nbsp;email relata que ele estava criando um sistema operacional desde abril &nbsp;do mesmo ano, porém que não intencionava torná-lo uma coisa realmente &nbsp;grande e profissional como o GNU (SO de código aberto baseado no Unix), &nbsp;sendo mais um hobby. Ele pedia sugestões e críticas porém dizia que &nbsp;talvez sequer chegasse a implementá-lo de fato.</div><div>Linus pretendia chamar sua criação de “Freax”, porém trocou para Linux ao aceitar esta sugestão de um de seus amigos.</div><div><br></div><div>E nasce o novo sistema</div><div><br></div><div><img class="image-2" src="http://www.otimize.com/images/14365.jpg"  title="" alt=""/><br></div><div><br></div><div>Na &nbsp;mesma época (1991), estudantes do mundo todo que se interessavam por &nbsp;informática, e compartilhavam os ideais de que os programas deveriam ser &nbsp;livres para o uso e melhoria por todos, foram inspirados por Richard &nbsp;Stallman e seu projeto GNU (acrônimo recursivo para GNU is not Unix). O &nbsp;projeto de Stallman, em poucas palavras, era um movimento que visava a &nbsp;fornecer software livre com qualidade.</div><div>Ainda neste ano, o projeto &nbsp;GNU havia criado uma série de ferramentas úteis para programadores e &nbsp;estudantes, porém seu sistema operacional propriamente dito ainda &nbsp;precisava de um kernel. Este núcleo, batizado de GNU HURD ainda estava &nbsp;em fase de criação e seu lançamento previsto para alguns anos.</div><div>Foi &nbsp;então que Linus libertou a primeira versão de seu sistema, o Linux &nbsp;versão 0.01 em setembro de 1991. Ao contrário do que muitos devem estar &nbsp;pensando, Linus recebeu críticas pesadas de grandes nomes da computação &nbsp;na época, como Tanenbaum, que inclusive citou que se Linus fosse seu &nbsp;aluno não receberia uma boa nota por aquele sistema tão mal arquitetado.</div><div>Entretanto, &nbsp;Linus continuou seu trabalho e agora contava com um grande número de &nbsp;colaboradores interessados para auxiliá-lo. Em um próximo passo e &nbsp;utilizando uma ampla gama das ferramentas do GNU (inclusive o próprio &nbsp;sistema de Stallman), o Linux iniciou sua ascensão, licenciado pela GPL &nbsp;(GNU Public License), para garantir que continuasse livre para cópia, &nbsp;estudo e alteração.</div><div><br></div><div><img class="image-3" src="http://www.otimize.com/images/14367.png"  title="" alt=""/><br></div><div><br></div><div></div><div>Com &nbsp;isso, não demorou para que algumas empresas como Red Hat e Caldera &nbsp;compilassem versões do programa (com fins comerciais) e fizessem &nbsp;alterações para deixá-lo mais parecido com o que os usuários estavam &nbsp;acostumados. Entretanto, programadores voluntários mantiveram &nbsp;distribuições gratuitas, como a famosa Debian.</div><div>Então, já contando &nbsp;com uma interface gráfica e uma série de melhorias ocorrendo em &nbsp;paralelo, as distribuições do Linux começaram a tornar-se cada vez mais &nbsp;populares entre os usuários.</div><div>De um hobby para um sistema poderoso: quase duas décadas de Linux</div><div>Como &nbsp;quase todas as previsões de grandes catástrofes apocalípticas costumam &nbsp;estar erradas, não foi diferente com o Linux. Hoje, com quase duas &nbsp;décadas, ele continua sendo um dos sistemas operacionais com o &nbsp;crescimento mais rápido da história. Sem dúvidas, o melhor aspecto deste &nbsp;sistema é que sempre que um novo hardware é criado, há um programador &nbsp;disposto a adaptar o Linux para oferecer compatibilidade.</div><div>Com o &nbsp;aumento do suporte para o SO, grandes empresas perderam o receio e &nbsp;passaram a utilizar o Linux em suas máquina. Da mesma forma, com as &nbsp;interfaces gráficas, diversos usuários passaram a adotá-lo por tratar-se &nbsp;de um sistema de qualidade e gratuito.</div><div>Tux: o queridinho dos usuários</div><div>Há &nbsp;diversas histórias sobre o motivo de ser um pinguim o mascote do Linux. &nbsp;O fato é que no início de 1996 vários colaboradores conversavam sobre &nbsp;um logotipo ou mascote para o sistema na lista de emails do kernel. Após &nbsp;várias sugestões, Linus mencionou de forma descomprometida que gostava &nbsp;de pinguins.</div><div>A frase imediatamente finalizou qualquer outro debate &nbsp;sobre o assunto e começaram, então, os esforços para montar o desenho. O &nbsp;nome, a princípio veio da junção (T)orvalds e (U)ni(X), embora muitas &nbsp;pessoas tenham achado que era uma abreviação para “Tuxedo” (terno) por &nbsp;ser “a vestimenta” de um pinguim.</div><div></div><div>Em &nbsp;1991 Linus lançou a primeira versão oficial do Linux que desde então &nbsp;passou a “pertencer” a todos. Ao contrário de Bill Gates, Linus não &nbsp;virou um bilionário e continua uma pessoa acessível e presente na &nbsp;comunidade de programadores, embora tenha seu nome e obra conhecidos &nbsp;mundialmente.</div></div>]]></description>
			<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 18:20:00 GMT</pubDate>
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